segunda-feira, 2 de outubro de 2017

MUSEU DA VERGONHA NACIONAL

MUSEU DA VERGONHA NACIONAL

Imagens repugnantes, desproporcional, sem nenhuma interatividade com uma sociedade moderna, que conserva os bons valores sociais de um estado democrático de direito, que dá liberdade para as diversas expressões artísticas, que devem ser incentivadas e apoiadas pelos entes governamentais, mas devem ser combatidos de forme veemente toda e qualquer afronta as instituições da família e em especial as crianças acobertadas que devem ser pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).
A apresentação da performance “La Bête” realizada na abertura da Mostra Panorama da Arte Brasileira foi sem dúvida um insulto a família brasileira e mais insulto ainda foi a nota do MAM (Museu de Arte Moderna).

Parece que somos precoces de raciocínio e lerdos de entendimento diante de tanta barbárie cometida contra uma criança indefesa, que induzida até mesmo pelos que a deveriam defendê-la.

Não sou retrogrado, nem retardado e nem um pouco insensível as artes na sua totalidade, pois pugnamos pela liberdade de expressão, desde que de forma adequada a cada espaço.

Deturpar a Obra Bicho de Lygia Clarck sob o pretexto de expor o nu, nem de perto chega as proposições artísticas que a autora sempre quis expor.

Desinformado, deturpado e fora do contexto da obra é o MAM, que de forma irracional propugna pela defesa incessante de uma “escorregada” por não ter adotado as medidas adequadas, exigidas pelo ECA.

Se o MAM orienta quanto ao público de cada apresentação neste caso especifico falhou até mesmo em permitir que crianças fossem “usadas” numa situação constrangedora, degradante e humilhante.

Interpretações erradas foram as do MAM, que sem nenhum critério interpreta a liberdade de expressão como motivo para libertinagem, dando exposição rídica e ofensiva a família brasileira. Lamentável sob todos os aspectos.

As manifestações nas redes sociais não podem de maneira alguma serem colocadas como precipitadas de forma rápida, sem cri
tério, mas devem ser consideradas pela velocidade em que a família brasileira foi provocada ou incitada a ter suas reações naturais, sem aqui apoiar qualquer espécie de exageros, que geralmente são cometidos em casos como esse.

Acreditamos no diálogo e debate plural com os que de forma racional compreendem a convivência social com suas diversas forma de pensamentos e opiniões. Não respeitar a opinião publica brasileira e as expressões de indignação da nossa sociedade, é no mínimo não ser favorável a liberdade de expressão do nosso povo.


Jorge Luiz – Jornalista.

Fonte: G1

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